5 Perguntas para Andréia Gomes, madrinha de bateria da Tom Maior

Andréia Gomes, eterna madrinha de bateria da Tom Maior, nasceu e cresceu numa família de sambistas. Desfila em escolas de samba desde os 6 anos de idade.

Quando e onde começou seu amor pelo carnaval? 

Meu amor pelo carnaval começou ainda na infância, quando eu tinha 4 anos. Minha mãe me levava para o ensaio da Pérola Negra.

Há quanto tempo está na agremiação e o que significa pra você?

Estou na Tom Maior desde 1999, há 24 anos. Significa minha história, onde cresci, evolui, amadureci, constitui família e onde recarrego minhas energias. Com muito amor à Tom30.

Agremiação e comunidade: como você define essa relação? 

Agremiação é onde toda comunidade se reúne para defender o pavilhão, relação de união, de garra, de dedicação e de amor.

Quais são as maiores dificuldades que vocês enfrentam durante a organização do Carnaval?

As dificuldades que enfrentamos no passado era nos mantermos no grupo especial e, hoje, graças a Deus, nossa escola está bem administrada, organizada e, principalmente, sendo reconhecida e respeitada.

Qual é a importância cultural do Carnaval para a cidade e para a sociedade em geral?

Embora algumas pessoas achem que o carnaval é só folia, não é. Carnaval é história, é cultura, gera emprego, traz conhecimento, renda, aquece a economia. Hoje, tenho certeza que muitas pessoas se surpreendem com as histórias contadas na passarela do samba sobre o nosso Brasil e sobre o mundo. O carnaval vem conquistando respeito, reconhecimento cultural e mundial.

Fernanda Oening

Jornalista e produtora. Editora do SambaNews. Paulistana, nascida e criada na Barra Funda, bairro onde conheceu um amor pra vida inteira: Camisa Verde e Branco. Foi passista e destaque da escola por anos. Não dispensa uma boa roda de samba!

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