5 Perguntas para Chitão Martins, intérprete da Independente Tricolor

Edgard Silva Martins, o Chitão Martins, iniciou sua trajetória no carnaval ainda criança. Em 1995 fez parte de uma ala da Escola de Samba União Imperial de Santos. Mas só em 2006, tornou-se intérprete, assumindo o posto oficial da Sangue Jovem.

Em São Paulo, teve passagens pela Águia de Ouro, Pérola Negra, Barroca Zona Sul e Colorado do Brás. No carnaval de 2024, Chitão vai estrear na Independente Tricolor.

Quando e onde começou seu amor pelo carnaval? 

Meu amor pelo carnaval começou desde pequeno. Meus pais sempre me levavam nos ensaios da União Imperial, escola de samba de Santos, cidade do litoral paulista. Todos anos meu pai comprava o disco do carnaval do Rio de Janeiro para escutarmos no final do ano, não tinha como não gostar. 

Há quanto tempo está na agremiação e o que significa pra você?

Estou chegando agora na Independente Tricolor. No carnaval de 2024 será minha estreia. Estou numa expectativa muito grande.

Agremiação e comunidade: como você define essa relação?

É tudo! A comunidade é muito importante para uma agremiação. Uma comunidade unida, presente em conjunto com uma agremiação organizada é sinônimo de vitória.

Quais são as maiores dificuldades que vocês enfrentam durante a organização do Carnaval?

Eu não enfrento nenhuma dificuldade. Quando fazemos com amor, as dificuldades passam despercebidas. No meu caso, por exemplo, amo o que eu faço. É muito cansativo, mas é gratificante você ver a comunidade cantar, se divertindo. Isso não tem preço.

Qual é a importância cultural do Carnaval para a cidade e para a sociedade em geral?

O carnaval é muito importante para as cidades. Primeiro, como turismo. Arrecadações ajudam muito. E para a sociedade, as escolas de sambas geram muitos empregos durante o ano todo. Sem falar nos cursos, oficinas que ensinam as pessoas a exercerem algumas funções.

Fernanda Oening

Jornalista e produtora. Editora do SambaNews. Paulistana, nascida e criada na Barra Funda, bairro onde conheceu um amor pra vida inteira: Camisa Verde e Branco. Foi passista e destaque da escola por anos. Não dispensa uma boa roda de samba!

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