5 perguntas para Karine Grum, rainha de bateria da Dragões da Real

Karine Grum chegou na Dragões da Real ainda na infância. De 2004 pra cá passou pela ala das crianças, passistas, foi destaque de chão e musa da ala dos compositores. Em 2022, tornou-se rainha de bateria da Ritmo Que Incendeia e tem orgulho de ser uma representante da comunidade.

Quando e onde começou seu amor pelo carnaval? 

Começou ainda na minha infância. A primeira vez que fui na Dragões foi em 2004. Foi amor à primeira vista!

Há quanto tempo está na agremiação e o que significa pra você?

Estou na Dragões da Real desde 2004. Pra mim, significa, amor, família. Faz parte de quem eu sou!

Agremiação e comunidade: como você define essa relação?

A agremiação só existe porque tem comunidade!

A comunidade faz a escola, o clima, as funções no dia do desfile! Sem comunidade não existe agremiação! Sempre terá que ter pessoas que acreditam na escola para que ela possa existir, e essas pessoas sempre serão comunidade, em todos momentos, bons e ruins!

Quais são as maiores dificuldades que vocês enfrentam durante a organização do Carnaval?

Creio que otimizar o tempo, gastos, além de ter que fazer com que as milhares de pessoas envolvidas no projeto desfile estejam em sintonia, na mesma vibração e com o mesmo objetivo! Todos envolvidos precisam estar dispostos a fazer o melhor pelo bem maior!

Qual é a importância cultural do Carnaval para a cidade e para a sociedade em geral?

O carnaval é uma importante manifestação cultural, que valoriza a diversidade e a criatividade do povo brasileiro.

A festa é um momento de celebração da vida, da alegria e da liberdade. Representa a capacidade do brasileiro de superar as dificuldades e encontrar motivos para sorrir e se divertir. Além disso, a ocupação das ruas pelo povo marca uma resistência cultural porque o Carnaval sempre foi uma festa popular. Essa característica faz com que, através dele, em cada região, o local ganhe voz e se reforce como identidade.

Antes de ser uma festa para gringo ver, o carnaval é uma resistência e existência da cultura popular brasileira!

Fernanda Oening

Jornalista e produtora. Editora do SambaNews. Paulistana, nascida e criada na Barra Funda, bairro onde conheceu um amor pra vida inteira: Camisa Verde e Branco. Foi passista e destaque da escola por anos. Não dispensa uma boa roda de samba!

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