Ana Costa, uma artista completa

Cantora, compositora, violonista, arranjadora, produtora musical. Essas são todas as facetas de Ana Costa, uma artista completa. Com seu jeito delicado, voz aveludada e um ótimo humor, ela conquista a todos por onde passa e o seu fã clube só aumenta.

Afilhada de Martinho da Vila, a artista começou sua carreira ao lados dos filhos do padrinho, no grupo Musical Coeur-Sambá, onde, ele mesmo, era o produtor. De lá pra cá, vem se destacando como uma das maiores representantes do samba. Em carreira solo já lançou 5 CDS e um DVD. E, também, indicada quatro vezes como melhor cantora de samba no Prêmio da Música Popular Brasileira e eleita revelação no 5º Prêmio Rival Petrobrás de Música.

Em 2019, ao lado de Zélia Duncan, compôs 16 músicas para o álbum “Eu sou mulher, eu sou feliz”, lançado pela gravadora Biscoito Fino. Como produtora musical, em parceria com sua sócia Bianca Calcagni, Ana assina a produção e os arranjos no CD “Voz Bandeira”, da cantora Marina Iris, pela gravadora Joia Moderna

Divulgação

Entrevista

SN – Ana, quais foram as suas inspirações para seguir na carreira de cantora?

Ana Costa – Em muitas cantoras. Eu era pequena e pegava a escova de cabelos e ficava cantando junto com o rádio ou tv. Gostava das músicas, depois da cantoras. Posso enumerar aqui que cantava sucesso de Fafá de Belém, Gal Costa, Simone e por aí vai.

SN – E hoje quem são seus ídolos?

Ana CostaEu admiro Martinho da Vila. Admiro a história de D. Ivone Lara. Admiro a força e o repertório de Beth Carvalho. Admiro a aura iluminada da Simone. Admiro o universo musical de Marcos Valle. Admiro a inteligência e a voz de Zélia Duncan. Admiro a beleza e a estética moderna de Marina Lima.

SN – Um momento inesquecível na sua carreira e por quê.

Ana CostaTive e tenho vários momentos inesquecíveis. Posso citar um aqui, que acho que foi inesquecível, não só pra mim, mas, para muita gente que acompanha a minha carreira. Minha participação no show de abertura dos  Jogos Panamericanos, que aconteceram no Rio de Janeiro, em 2007. Cantar no Maracanã lotado, naquela época tão boa da nossa cidade, foi incrível!

Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro
SN – Se não fosse cantora, o que seria?

Ana Costa – Estou estudando produção musical, claro, ligada a música. É uma profissão que tem me deixado cada vez mais certa de que quero morrer no mundo das artes. Mas se tivesse que escolher algo fora das artes, talvez estudaria filosofia ou história.

SN – Para encerrar,  qual o seu recado para os nossos seguidores?

Ana Costa – Acreditem nos seus sonhos. Acreditem na força do pensamento. Cuidem de si e cuidem de quem tá ao lado. O mundo precisa muito de solidariedade e esse momento de pandemia à cada dia nos prova isso. Um grande abraço!!!

Nome: Ana Cristina da Costa
Nome artístico: Ana Costa
Idade: 52 anos
Estado Civil: Solteira
Escola de Samba do coração: Vila Isabel
Bebida preferida: vinho e cerveja
Comida preferida: Arroz, feijão, carne moída, batata frita ou maionese
Perfume: Amor amor, da Cacharel
Música: Depende do clima do momento
Viagem Inesquecível: São tantas, Portugal, Sul da Itália, Israel
Sonho: Um mundo mais equillibrado

Quer saber mais sobre a cantora Ana Costa? Acesse as redes sociais:

Fernanda Oening

Jornalista e produtora. Editora do SambaNews. Paulistana, nascida e criada na Barra Funda, bairro onde conheceu um amor pra vida inteira: Camisa Verde e Branco. Foi passista e destaque da escola por anos. Não dispensa uma boa roda de samba!

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